“Para fazer o despacho de acusação das FP 25 estive 46 horas sem dormir”

Cândida Almeida, procuradora do Ministério Público que acusou as FP 25 de Abril em 1984, durante muitos anos à frente do Departamento Central de Investigação e Acção Penal e hoje no Supremo Tribunal de Justiça, diz ao iSleep que

“o sono é fundamental. No meu caso  alivia-me, tranquiliza- me”.

“Se estou com sono não consigo raciocinar”, acrescenta.

“Não há dúvidas de que o sono melhora a capacidade de decisão. Sem dormir fica-se  sem capacidade de decisão”, refere.

Cândida Almeida lembra que “no caso FP 25, para fazer o despacho de acusação, em 1984, estive 46 horas sem dormir”.

“Nem fui à cama, o que faz com que o raciocínio fique mais lento”, diz.

“Quando acabei o despacho dormi 16 horas seguidas”.

E quanto ao horário de dormir?

Cândida Almeida refere, “deito-me tarde e acordo cedo mas compenso ao fim de semana e nas férias.

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