Como explicar os “short sleepers”?

Investigadores da Universidade de Washington revelaram num estudo que os indivíduos com uma variação do gene DRD2 são mais resilientes aos efeitos da privação do sono no que respeita a completar tarefas que exigem flexibilidade cognitiva, tendo melhor capacidade de tomar decisões adequadas com base na mudança de informação.

Os mesmos indivíduos são, curiosamente,  tão afetados como os demais noutras tarefas que exigem habilidades cognitivas diferentes, como manter o foco.

Participaram no estudo 49 indivíduos. Após um período de repouso de 10 horas, 34 participantes foram seleccionados aleatoriamente para estar 38 horas sem dormir, enquanto os restantes participantes dormiram normalmente.

Foram dadas tarefas de emparelhamento de letras executadas com o rato do computador e repentinamente foram dadas ordens de combinação de letras diferentes.

.A mudança repentina confundiu a maioria dos participantes privados de sono, mas aqueles que tinham uma variação específica do gene DRD2 fizeram correctamente  a combinação de letras.

 

 

 

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