“Nunca me senti tão acompanhada”

girl-sleeping-in-grass-w-sunDormir bem. Um desejo de muitos portugueses. A chave está em terapias adequadas a cada problema de sono, já que a sua qualidade pode estar comprometida pelos mais variados motivos.
 “Os meus problemas de sono sempre me assombraram os dias (e as noites) e apesar de ter noção que alguns pensamentos poderiam ter implicações na forma como encarava o sono, só quando participei numa Terapia cognitivo-comportamental do Sono, me apercebi que afinal era possível mudar.”
Inês, 38 anos, refere que apesar de ainda se encontrar “num processo de transição para um sono livre de químicos, esta intervenção restaurou a confiança nas minhas capacidades para conseguir encarar o sono como um processo natural.”
Muitas pessoas ainda pensam que a qualidade do sono depende sobretudo de fatores incontroláveis, mas Inês explica que nem sempre é o caso. “Nesta terapia aprendemos a modificar alguns comportamentos que já fazem parte das nossas rotinas, mas que nos são prejudiciais sem nos apercebermos. E o mais surpreendente é que são coisas simples! Mudar os nossos pensamentos íntimos não é tarefa fácil, é certo, mas quando as peças se começam a encaixar e os conceitos apreendidos a fazer sentido, apercebemo-nos que está tudo ao nosso alcance.”
Outro mito que surge frequentemente tem a ver com a rapidez dos resultados. As consultas integradas são fundamentais, considerando a abrangência deste tema. Também é importante aceitar que as melhorias no sono acontecem de forma progressiva e não instantânea, que implicam diferentes etapas e que podem surgir novos aspetos que nunca imaginámos ter alguma influência na qualidade do sono. No caso de Inês, “já houve várias fases: fases em que dormi bem sem comprimidos, fases em que dormi mal com comprimidos, fases em que tive de voltar atrás na medicação, mas nunca me senti tão acompanhada como no Centro do sono.”
“Vale a pena dedicar tempo da nossa vida para resolver um problema que nos afecta de forma tão profunda. E quando finalmente pude fazê-lo, as mudanças surgiram.”

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