Professores sofrem de insónia

Um estudo das universidades japonesas de Tsukuba e Meisei concluiu que a prevalência de insónia é superior a 40 por cento entre os professores das escolas públicas do país.

A investigação, publicada recentemente no site de ciência Elsevier,  envolveu 11.790 professores, dos quais 47,4% eram mulheres.  

Os resultados mostraram que 41,7% dos homens e 44,0% das mulheres preenchem os critérios clínicos para  insónia.

Foi estabelecida uma associação significativa entre a insónia e o número de horas de trabalho, o tempo de deslocação de casa para a escola e o tempo de preparação das aulas. No estudo, os professores classificados com insónia gastaram em média 13 horas em horas de aulas, deslocações e preparações de aulas.    

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