Saiba o resultado do inquérito iSleep sobre a mudança da hora

Dos dez visitantes do iSleep que responderam à pergunta sobre se concordava com a posição do Parlamento Europeu em não mudar a hora na União Europeia a partir de 2021, oito responderam afirmativamente e dois contra. Dos oito que alinharam com a posição do Parlamento Europeu, seis defenderam que a hora única deve ser a de inverno e dois a hora de verão. O Parlamento Europeu aprovou na semana semana, por larga margem (410 votos a favor e 192 contra) o fim da mudança da hora na Europa a partir de 2021. Um ano antes desta data cada país europeu escolhe ficar numa hora única, ou a de inverno ou a de verão. Teresa Paiva defende a hora única e o horário de inverno. “O horário de inverno permite-nos ficar alinhados com a hora solar e é assim que deve ser. Há estudos internacionais que indicam que os efeitos se tornam mais noçivos quanto mais afastados estivermos da direcção do oeste, traduzindo-se num aumento da incidência de cancro e da redução da esperança de vida”, diz a neurologista e especialista em medicina do sono. “O horário de inverno também permite não ter o pôr do sol tão tarde. Se  apanharmos muita luz à noite há bloqueio da melatonina, tem-se menos sono e vamos mais tarde para a cama. Portugal já é o país mais tardio do mundo”, acrescenta. “Quando as pessoas se começam a deitar tarde há uma décalage e o nosso relógio biológico vai tornar-se cada vez mais tardio” conclui. O governo de António Costa, que há seis meses tomou a decisão de manter a mudança da hora, com uma hora de verão e uma hora de inverno, anunciou quarta-feira que mantém esta posição. A medida do Parlamento Europeu só se torna definitiva, vinculando os Estados membros após aprovação, por maioria, pelo Conselho da União Europeia. A votação deverá ocorrer em junho.

Saiba o resultado do inquérito iSleep sobre a mudança da hora.

 

 

Dos dez visitantes do iSleep que responderam à pergunta sobre se concordava com a posição do Parlamento Europeu em não mudar a hora na União Europeia a partir de 2021, oito responderam afirmativamente e dois contra.

 

Dos oito que alinharam com a posição do Parlamento Europeu, seis defenderam que a hora única deve ser a de inverno e dois a hora de verão.   

O Parlamento Europeu aprovou na semana semana, por larga margem (410 votos a favor e 192 contra) o fim da mudança da hora na Europa a partir de 2021. Um ano antes desta data cada país europeu escolhe ficar numa hora única, ou a de inverno ou a de verão. Teresa Paiva defende a hora única e o horário de inverno. “O horário de inverno permite-nos ficar alinhados com a hora solar e é assim que deve ser. Há estudos internacionais que indicam que os efeitos se tornam mais noçivos quanto mais afastados estivermos da direcção do oeste, traduzindo-se num aumento da incidência de cancro e da redução da esperança de vida”, diz a neurologista e especialista em medicina do sono. “O horário de inverno também permite não ter o pôr do sol tão tarde. Se apanharmos muita luz à noite há bloqueio da melatonina, tem-se menos sono e vamos mais tarde para a cama. Portugal já é o país mais tardio do mundo”, acrescenta. “Quando as pessoas se começam a deitar tarde há uma décalage e o nosso relógio biológico vai tornar-se cada vez mais tardio” conclui. Apesar da decisão do Parlamento Europeu, o governo de António Costa, que há seis meses tomou a decisão de manter a mudança da hora, com uma hora de verão e uma de inverno, anunciou quarta-feira que mantém esta posição. No entanto,  a medida do Parlamento Europeu só se torna definitiva, vinculando os Estados membros após aprovação, por maioria, pelo Conselho da União Europeia. A votação deverá ocorrer em junho.

 

 

 

   

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