Sono (muito) curto no Dia de Portugal

O ritmo acelerado imposto pelo Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa a todos que  o acompanham fez-se sentir no Dia de Portugal, 10 de Junho de 2017.

“É um dia que tem 28 horas, começou esta manhã no Porto e continua aqui em São Paulo”, disse Marcelo Rebelo de Sousa.

Na verdade, as comemorações do Dia de Portugal começaram às dez da manhã no Porto com  honras militares e a cerimónia de homenagem aos mortos em combate. Seguiram-se as intervenções do Presidente da Comissão Organizadora do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas e do Presidente da República. No final, realizou-se a cerimónia de imposição de condecorações militares e o desfile das forças em parada.

Já perto da uma da tarde, Marcelo Rebelo de Sousa embarcou no aeroporto Sá Carneiro num voo rumo a São Paulo, a quase 8 mil quilómetros de distância e cerca de dez horas de duração.

A comitiva portuguesa chegou a São Paulo às 21 horas locais (1 da manhã em Portugal), onde ofereceu um jantar no Teatro Municipal da cidade a centenas de convidados. A festa prolongou-se quase até à meia-noite (quatro da manhã em Portugal)

O que valeu à comitiva e aos jornalistas que acompanharam Marcelo Rebelo de Sousa foi que no dia seguinte a continuação das comemorações do Dia de Portugal no Rio de Janeiro só se iniciaram às 14 horas. Mesmo assim tiveram de sair de São Paulo perto das 11 horas (7 da manhã em Portugal) para apanharem o avião e fazer uma viagem de cerca de hora e meia até ao Rio de Janeiro.

Daniel de Matos, médico pessoal de Marcelo Rebelo de Sousa no Palácio de Belém (e dos ex-presidentes Mário Soares, Jorge Sampaio e Cavaco Silva) dizia no ano passado a jornal Sol sobre Marcelo Rebelo de Sousa (seu amigo desde os bancos de escola): “O ritmo dele é um ritmo complicado. Ele não se cansa. Ele tem energia, tem capacidade…”

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