Kafka: a desumanização da insónia

  Quando uma manhã Gregor Samsa acordou de sonhos inquietos, viu-se na sua cama transformado num monstruoso insecto. Estava deitado de costas, rijas como uma couraça, e, cada vez que levantava um pouco a cabeça, via a barriga castanha, abaulada … Ler Mais

O tempo do sonho em Borges

“Muito sensível a plantas, cuja modesta vida silenciosa era afinal a sua vida, cultivava no seu quarto umas begónias e mexia nas folhas que não via. Até 1929, ano em que se fechou no seu permanente dormitar, contava acontecimentos históricos … Ler Mais

Insónia, de Fernando Pessoa

  “Não durmo, nem espero dormir. Nem na morte espero dormir. Espera-me uma insónia da largura dos astros, E um bocejo inútil do comprimento do mundo. Não durmo; não posso ler quando acordo de noite, Não posso escrever quando acordo … Ler Mais

Dormir, dormir

Médico de formação e profissão, Tchékhov começou por escrever para ajudar a família. Ao longo da vida, escreveu contos, peças de teatro, exerceu medicina e foi responsável pela criação de vários centros, clínicas e escolas. Embora longe de um horizonte … Ler Mais

A importância da almofada

“Quem quiser bom conselheiro consulte o travesseiro Antes de agires, dorme. Antes de falares, dorme. Antes de protestares, dorme. Antes de gritares, dorme. Antes de dizeres que não, dorme. Antes de dizeres que sim, dorme. Antes de dizeres talvez, dorme. … Ler Mais

As longas insónias de Proust

O escritor francês Marcel Proust (1871-1922) terá começado a ter insónias na juventude, motivadas por crises de asma que o mantinham desperto. Escrevia apenas na cama, em posição quase horizontal, com a cabeça apoiada em duas almofadas. Em Busca do … Ler Mais