Privação de sono aumenta sentimentos de raiva

Investigadores britânicos avaliaram o sono de 147  participantes escolhidos aleatoriamente, divididos em dois grupos, um que mantinha o sono habitual e regular e outro que restringia o sono habitual em cerca de cinco horas em duas noites. Os sentimentos de raiva foram avaliados nos dois grupos perante a exposição a um ruído irritante.

Os resultados revelaram que os participantes que tiveram um sono regular se adaptaram bem à exposição do ruído e relataram menos raiva.

Ao invés, os participantes com restrição de sono manifestaram maiores sentimentos de raiva nos dias em que dormiram menos.  

O estudo, realizado pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, e publicado na revista da instituição, avaliou paralelamente o sono de 202 estudantes universitários  ao longo de um mês, através da resposta a questionários, e concluíram de igual modo que quanto menos relatavam dormir mais itens relacionados com sentimentos de raiva os estudantes seleccionavam nas suas respostas.