“Sonho, logo existo”

É a primeira frase do primeiro romance (1963) da escritora e ensaísta norte-americana Susan Sontag (1933-2004) , O Benfeitor, nunca editado em Portugal.

“Sonho, logo existo” é uma marca de uma carreira literária onde a dimensão onírica esteve sempre presente.

Sontag também escreveu que “nunca procurou interpretar a sua vida através dos sonhos mas sim que a minha vida interpretasse os meus sonhos”.

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